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Formandas da primeira turma do curso superior de Alimentos comemoram aprovação em Mestrado da UFSC PDF Imprimir E-mail
Seg, 11 de Dezembro de 2017 15:14

Trabalho de conclusão de estágio aprovado e formatura marcada. O final de ano não poderia ser melhor para a primeira turma do curso superior de tecnologia em Alimentos do Câmpus Canoinhas. Quer dizer, para as formandas Rhaine Nayra Mocelim e Maiara Arbigaus Bredun, o final de 2017 está ainda melhor. As futuras tecnólogas têm um motivo a mais para comemorar no encerramento do curso: a aprovação no mestrado em Ciência dos Alimentos do programa de pós-graduação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

 

As duas amigas se mudam para Florianópolis, no início de 2018, com a certeza de terem escolhido a profissão certa, de que querem se dedicar à pesquisa e à docência - de preferência no IFSC - e de que vão retornar para a região do Planalto Norte.“Eu sempre vivi em Canoinhas e é onde está a maior parte da minha família. Então, estou me preparando para deixá-los por um tempinho. Mas estão todos avisados de que eu volto”, promete Maiara.

 

“Acredito que somente com educação a gente pode pensar em mudar o mundo e muito da decisão de engatar um mestrado vem da vontade de desenvolver nossa região, através da agricultura, produção sustentável e tecnologia de alimentos”, destaca Maiara, que está muito animada com o desafio. “O mestrado é uma oportunidade incrível que jamais deixaria escapar.”

 

O desafio de sair de casa pela primeira vez também será grande para Rhaine, que mora em Papanduva e vem estudar em Canoinhas todos os dias. “Sei que vão existir dificuldades quanto ao novo lugar, pois será tudo novo: a distância da família, a cidade, casa, amigos. Mas serei compensada com um grande crescimento pessoal e, principalmente, profissional. Sempre achei muito legal todo esse universo da pesquisa e creio que vou gostar bastante e crescer muito durante esse período”, afirma.

 

Rhaine conta que começou a se interessar pela área de alimentos na metade do Ensino Médio quando procurava por cursos para fazer vestibular. “Comecei a ler várias coisas na internet sobre a área e vi que tudo isso estava ligado a mim. Encontrei o IFSC e descobri que ele oferecia um ensino com muita qualidade e profissionalismo, perto de casa. Comecei o curso e vi que realmente era isso que eu queria levar para minha carreira profissional e para vida”, conta Rhaine.

 

Já Maiara diz que foi escolhida pelo IFSC. “No ano do vestibular, eu estava totalmente sem perspectiva, não sabia o que escolher para estudar e também não queria morar em outra cidade. E coincidiu do IFSC oferecer o primeiro curso de graduação em Canoinhas. Naquela época, eu pensei que seria uma forma de eliminar matérias em futuros cursos que eu quisesse fazer. E deu no que deu. Hoje tenho a plena certeza de que não seria tão feliz em outra profissão quanto sou como futura tecnóloga”, elogia Maiara.

 

Outra certeza de Maiara é que o Instituto Federal é um dos melhores lugares para se crescer tanto profissional quanto pessoalmente. “Tenho como expectativa profissional voltar pro IFSC como docente e, através de projetos como os que desenvolvi durante o curso, incentivar alternativas viáveis de agricultura e pecuária que ajudem a diminuir a produção do fumo, que é totalmente exploratória. Assim todo mundo pode ganhar: os alunos aprendem, os produtores de aprimoram e a região se desenvolve, cresce e beneficia toda a sociedade”, conclui.

 

Por Liane Dani | Jornalista IFSC

 
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